“Qualquer areia é terra firme” – resenha

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A Maynnara Jorge da Revista Pólen escreveu uma resenha super clara e generosa sobre  “Qualquer areia é terra firme”. Agora já sei o que fazer quando me  perguntarem “é sobre o quê?” “qual é a história?”,  “qual é a mensagem”, “tem cenas de sexo”e outras perguntas mais difíceis – só ler a resenha aqui ó.

Mas deixo um trechinho aqui porque fiquei super feliz e quero compartilhar :)

“No livro, acompanhamos a readaptação da personagem a cidade do Rio de Janeiro que, embora ela tenha vivido lá grande parte da sua vida, já não mais parece a sua casa. Mas não é só isso, é também o processo de amadurecimento e reconciliação com a própria vida que a Isabel passa ao longo dos capítulos.

No meio desse turbilhão de confusões na qual a cabeça de Isabel se encontra, ela acaba por descobrir uma trama digna de novela dentro da sua própria família quando viaja com a sua mãe para São Luís e descobre uma tia que ela nunca tinha ouvido falar, mas que a deixa curiosa e um tanto quanto obcecada para saber mais sobre a sua história. O mais legal é perceber que enquanto procura saber mais sobre sua tia Juce, Isabel acaba também por se encontrando aos poucos.

Um dos meus trechos preferidos foi justamente o que ela fala que “Lembramos das coisas por partes, pedaços, lampejos de imagem que despontam e nos assaltam”. Que casa maravilhosamente bem com a narrativa dessa história que embora tenha uma parte do presente, vem marcada por lembranças e cenas do passado de Isabel que se confundem e se misturam em seus sonhos.”

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