
Cristina Parga é escritora e tradutora. Nasceu no Rio de Janeiro e viveu 10 anos em Lisboa, onde se formou em Jornalismo.
É pós-graduada em Tradução e mestre em Literatura pela Puc-Rio.
Sua escrita investiga experiências de ruptura do corpo, do território e da identidade, articulando memória, teoria e ficção. Pesquisa o escrever como forma de atravessar experiências-limite. É autora de Furta-cores (2012), Qualquer areia é terra firme (2015)
e Clearblue Blues (2024) — livro em que aprofunda o pensamento sobre interrupção, luto e reinvenção pela linguagem.
Atua desde 2009 no mercado editorial brasileiro, trabalhando com a palavra em suas múltiplas camadas — da criação literária ao cuidado minucioso com o texto do outro. Já trabalhou como tradutora, revisora e/ou copidesque diversas editoras nacionais,
como 7Letras, Rocco, Elsevier, ArteEnsaio, Eleva Educação, Antofágica, Altabooks, entre outras.
Atualmente, além de traduzir, desenvolve seu próximo romance e oferece serviços de leitura crítica, revisão e copidesque, ghostwriting e criação de conteúdo.